Reconhecimento, redistribuição e participação popular: por uma política judicial integradora

Fórum Mercosul de Economias Transformadoras

17 de janeiro de 2020

Nos dias 29 e 30 de novembro de 2019, teve lugar o “Fórum Mercosul: Outras Economias Transformadoras” na Lona Cultural Marielle Franco, localizada na praia da Barra em Maricá, e na UFRJ, campus do Fundão, Rio de Janeiro/RJ. A atividade foi preparatório ao Fórum Social Mundial das Economias Transformadoras que acontecerá de 25 a 28 de junho de 2020, em Barcelona na Espanha.

Participaram 400 pessoas. Além dos brasileiros, o evento contou com a presença de participantes de países da América Latina e Europa, dentre eles: Chile, Paraguai, Uruguai, Argentina, Venezuela, Bolívia, Equador e França. O fórum propõe quatro correntes de movimentos convergentes: economias feministas e perspectiva de gênero; Movimentos Agroecológicos e Soberania Alimentar; Bens Comuns: Natural, Urbano, Conhecimento e Digital Commons; e Economias Solidárias e Sociais (incluindo comércio justo, cooperativismo e finanças éticas).

A Plataforma por um Mercosul Social Solidário existe desde 1994 e articula 18 organizações dos cinco países do Cone Sul: Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai. O objetivo dessa plataforma é melhorar o exercício da cidadania das organizações sociais, bem como dos setores da população em situação de pobreza e exclusão. Dentre os eixos temáticos de atuação estão agroecologia, soberania alimentar, juventudes, mulheres e economia solidária.

O Fórum Justiça foi parceiro nesta construção ao lado do Centro de Ação Comunitária – CEDAC, uma das organizações membro da Plataforma. Esteve presente com 25 representantes de coletivos e organizações sociais de diversos segmentos da sociedade civil do Sul-Fluminense: jovens trabalhadores estudantes da rede pública de ensino (ensino fundamental e universitário), catadoras de resíduos sólidos e educadores populares que atuam nos movimentos de Agroecologia, Economia Solidária e Juventude Operária Cristã – JOC.

A atividade possibilitou intercâmbios e trocas de saberes, de sabores, ritmos e linguagens e conectou campo e cidade, povos e comunidades tradicionais, indígenas, tribos urbanas, pelo viés feminista, das juventudes, da agroecologia que constroem novas economias. Um outro mundo é possível, já acontece e nos identificamos e nos vemos nele.

Fontes e mais informações:

Prefeitura Municipal de Maricá

Para um relato completo do evento, veja:

Plataforma Mercosur Social y Solidario

 

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